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Descenso brusco de 33 para 19 grados. "Fenómenos extraordinários do ponto de vista meteorológico" sacudieron varios puntos de Portugal

Domingo de fuertes tormentas en diversos lugares de Portugal. Pampilhosa da Serra, Fundâo, Castelo Branco, Covilhá... cultivos y árboles de fruta seriamente afectados. En algunos lugares caían auténticos pedriscos. 

Fortes chuvas e intensas quedas de granizo marcaram a tarde deste domingo em vários pontos do Centro e Norte de Portugal.
Tal como estava previsto pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), localidades como Tarouca e Armamar, em distrito de Viseu, Arganil e Pampilhosa da Serra, em distrito de Coimbra, ou o Fundão, em distrito de Castelo Branco, já registaram condições meteorológicas muito adversas.
A precipitação intensa e a queda de granizo repentina surpreendeu alguns dos residentes destas localidades que têm partilhado, nas redes sociais, vídeos a mostrar os fenómenos meteorológicos.
De acordo com a página do IPMA, os distritos de Viseu, Coimbra, Guarda e Castelo Branco encontram-se, hoje, sob aviso laranja das 16h30 às 19h00, devido à chuva e trovoada.

De acordo com o CDOS de Castelo Branco, há várias dezenas de pedidos de ajuda. Os bombeiros e as equipas de proteção civil estão no terreno.
A tarde de domingo ficou marcada por uma granizada no distrito de Castelo Branco, com quedas de árvores, inundações em garagens e na via pública.
Castelo Branco, Fundão, Covilhã e Belmonte foram as localidades mais atingidas.
O presidente da Câmara da Covilhã, Vítor Pereira, deslocou-se esta tarde entre o Fundão e o seu concelho e descreveu à Radio Renascença um cenário de verdadeiro temporal.
“Muito granizo, muita água e vento. São fenómenos extraordinários do ponto de vista meteorológico. Tivemos uma oscilação de temperatura que passou de 33 para 19 graus abruptamente”, disse.
Vítor Pereira acrescentou que “a proteção civil está concentrada, sobretudo, no sul do concelho, muito próximo do concelho do Fundão, na aldeia de São Francisco de Assis, onde caiu de forma muito rápida e intensa granizo em tal quantidade que bloqueou os acessos às habitações, inundou as ruas e os serviços estão a proceder à desobstrução dessas vias”.
Em plena época da colheita da cereja, a Cova da Beira sofre um revés. O autarca da Covilhã admite que a produção fique totalmente perdida. Por isso, vai pedir ajuda.
“São consequências que vamos ter de apurar e vamos pedir ao Ministério da Agricultura que ajude. Nós, autarcas, não vamos deixar de reivindicar ajudas para os nossos agricultores, os nossos fruticultores porque estão muito afetados por este efeito meteorológico, que parece que vai continuar”, referiu.
Até às 21h00, 12 distritos de Portugal continental estiveram sob aviso amarelo, devido à previsão de trovoada, chuva forte e queda de granizo.




CP – Comboios de Portugal reforça a oferta de comboios Alfa Pendular e Intercidades

CP – Comboios de Portugal vai reforçar a oferta de comboios Alfa Pendular e Intercidades a partir de 31 de maio, anunciou hoje em comunicado. Ainda assim, nao chegará ao 100% dos serviços antes da pandemia existentes.
Segundo a CP, com o reforço, a oferta de comboios de longo curso passa a representar cerca de 75% daquela que existia antes do período de pandemia de covid-19. Ou seja, continua a haver uma redução de 25% da oferta de comboios de longo curso face ao que existia até à redução das operações.

Ainda segundo a informação, nos percursos Lisboa–Viana do Castelo, Lisboa–Faro, Lisboa–Évora, Casa Branca-Beja e Lisboa–Guimarães os comboios Intercidades são repostos a 100%, “cumprindo a oferta regular que estava em vigor antes do início da pandemia”.
Já as ligações Lisboa–Guarda e Lisboa–Covilhã serão asseguradas por dois Intercidades, por sentido.
Haverá ainda 10 ligações Alfa Pendular por dia, das quais duas são ligações diretas entre Porto e Faro.

A CP indicou ainda que vai continuar a monitorizar a procura e eventualmente reforçar a capacidade quando se justificar.
Quanto às medidas mitigadoras da pandemia de covid-19, indicou a CP que nos comboios de longo curso se mantém o controlo da lotação através da limitação dos lugares disponibilizados para venda.
A empresa tem ainda levado a cabo operações diárias de desinfeção dos comboios, referindo que desde 17 de março mais de 34.600 veículos ferroviários foram desinfetados.
Quanto aos comboios Urbanos de Lisboa, Porto e Coimbra, assim como dos serviços Regionais e Interregionais, desde 04 de maio que a CP repôs os seus horários integrais.

Tren "Alfa Pendular" de la CP (unidad renovada en su totalidad recientemente en talleres de mantenimiento
portugueses)



Nuevas ayudas de Deputación al amparo del "Plan Concellos"

A Xunta de Goberno da Deputación de Pontevedra aprobou a concesión de novas achegas por case 2 millóns de euros (1.969.531,1), ao abeiro do Plan Concellos 2020, que benefician neste caso a dezaoito municipios da provincia. Con estas axudas o ente provincial leva outorgados no que vai de ano 16,5 millóns de euros entre as tres liñas do Plan, inversións coas que a presidenta, Carmela Silva, resaltou que “coma sempre é a administración provincial a que inviste nos concellos desta provincia para melloralos”.

No caso da Liña 1 de Investimentos son sete novas achegas por 1.155.142,85 euros, que irán destinadas aos concellos de Gondomar, Caldas de Reis, O Grove, Nigrán, Redondela e Salvaterra de Miño. A maioría van a estar dedicadas á mellora e urbanización de camiños, saneamento e incluso á adquisición dun aparcadoiro. Do mesmo xeito, as subvencións tamén irán destinadas ao acondicionamento do paseo marítimo de Panxón, en Nigrán, á pavimentación de diferentes espazos en Redondela, á rehabilitación do antigo edificio do concello de Salvaterra de Miño que se vai reconverter nunha biblioteca, e ao acondicionamento do complexo de Pozas da Tafona, en Caldas de Reis.

Doutra banda, no que atinxe á Liña 2, a Xunta de Goberno da Deputación de Pontevedra aproba un investimento de 253.281,58 euros que beneficiará a oito concellos: Agolada, Baiona, Cerdedo-Cotobade, A Guarda, Lalín, O Rosal, Salceda de Caselas e Vilanova de Arousa. As achegas irán destinadas, entre outras cousas, ao pago de gastos correntes e á realización de obradoiros e actividades teatrais, musicais e deportivas.
Doutra banda, a Xunta de Goberno aprobou a modificación de dúas achegas da Liña 3 de Emprego concedidas aos concellos do Rosal e Cambados. Os municipios solicitaron estes cambios para realizar reaxustes nas categorías, duración e orzamento das contratacións debido á situación derivada da crise sanitaria producida polo COVID19.


Párroco cambia iglesia por pabellón de deportes y en vez de 20 pasa a 150 asistentes a misa

Aplicando las normas de Sanidad para el estado de calamidad en el que Portugal aún se encuentra, el sacerdote responsable de la parroquia de Priscos, en Braga, se encontró con que solamente 20 feligreses podrían tener acceso a su iglesia. Ni corto ni perezoso, combinó con los responsables del polideportivo cubierto del mismo lugar la utilización del local deportivo. Montó allí un altar y lugares con distancia para 150 fieles y... así va a seguir celebrando las misas hasta que pase este tiempo de peste del coronavirus.

Jornal de Notícias destacaba el hecho en esta tarde de domingo. 
As missas de Priscos, em Braga, começaram, este domingo, a ser celebradas no pavilhão do Clube Desportivo e Cultural da localidade.
Segundo o padre João Torres, pároco local, de acordo com as normas da Direção-Geral da Saúde apenas cabem 20 pessoas na sua igreja. "No pavilhão podem estar cerca de 150", justificou. Até que terminem as regras impostas pelo covid-19, a missa vai continuar a ser no pavilhão. "Aqui estamos juntos e em segurança e a igreja não é um edifício, são as pessoas", acrescentou o sacerdote
Todos os presentes na cerimónia usavam máscara e desinfetaram as mãos antes de entrar no espaço. A comunhão foi feita na mão: "Que ninguém tenha medo de comungar com as mãos. Elas estão limpas e desinfetadas enquanto que há por ai muitas línguas sujas", salientou o padre João Torres.

In Jornal de Notícias

Cualquier cuidado en los arenales gallegos es poco...

El pasado fin de semana se produjo el avistamiento de crías de píllara de las dunas en varios arenales de la Comarca de Ferrolterra. Esta escena comenzará a repetirse en estas jornadas en muchos de los arenales gallegos porque los primeros pollitos de píllara de las dunas están rompiendo los huevos, mientras que la mayoría de los nidos aún son incubados por las píllaras adultas.
La píllara de las dunas (Charadrius alexandrinus, y en castellano chorlitejo patinegro) es una especie vulnerable que realiza las puestas de huevos directamente sobre la arena, por lo que los huevos y los pollitos están siempre en el suelo, hasta que los pollos aprenden a volar. Su presencia es muy común en sistemas dunares y en playas bien desarrolladas en todo el litoral gallego.
Hace falta recordar que esta ave cuenta con un plan de conservación en Galicia aprobado ya en el año 2014 y el interés por esta especie hizo que en el año 2019 la píllara de las dunas fuera elegida ave del año por la ONG SEO/Birdlife.

Tanto los huevos como los pollitos resultan difíciles de ver por sus colores miméticos. Las zonas de puesta se señalizan en muchos casos con carteles para advertir de su presencia, para que la gente se mantenga alejada, y algunos nidos se protegen con cerramientos, con el fin de evitar que el nido se destruya accidentalmente o que los padres dejen de incubar los huevos en el caso de sentirse amenazados.
En estos momentos de la crisis sanitaria por la covid-19, en el que se permite el uso y acceso a los arenales, se espera una afluencia significativa de gente a las playas, incluso paseos con animales domésticos, por lo que es necesario recordar la importancia de mantener la distancia con las zonas de cría y con los bordes de las zonas dunares, además del deber de llevar atados los perros y otros animales domésticos de 15 de marzo a 15 de julio en aquellos arenales en los que estén permitidos.
Asimismo, el empleo de maquinaria, arrastre de materiales, limpiezas o determinadas actividades deportivas deben hacerse en los arenales con las mayores garantías para las especies, máxime en el período reproductivo.

(Fotos : Felipe Ogando Martínez







El Sergas realizará test de la Covid a tripulaciones de flota de altura y gran altura en varios hospitales

El Servicio Gallego de Salud realizará test serológicos de detección del coronavirus a todos los tripulantes de buques de pesca que realicen mareas superiores a los diez días de duración y no tengan posibilidad de asistencia médica a menos de dos horas desde su ublicación en el mar (flota de altura y gran altura).
En función del resultado de la prueba y de la presencia o no de sintomatología, el facultativo del Instituto Social de A Mariña, que es el profesional que hará el test facilitado por el Servicio Gallego de Salud, podrá tomar la decisión de completar el proceso de acuerdo con el protocolo clínico, en los hospitales del Sergas de Vigo, Santiago, A Coruña y Burela, en el plazo máximo de 48 horas.
Garantías sanitarias
El sector pesquero acaba de transmitir la inquietud de tripulaciones y armadores por la necesidad de proporcionar la debida seguridad y certeza en orden a que el trabajo se realice con las debidas garantías sanitarias, y para despejar cualquier duda en entornos de trabajo y convivencia tan particulares.
Este sector mostró su interés por articular los intercambios de información y traslado de los posibles casos de coronavirus entre los tripulantes, así como por la implementación de medidas sanitarias específicas y ágiles, que eviten demoras innecesarias o períodos de inactividad o bloqueo en el normal desarrollo de la campaña.
Esta iniciativa de detección del coronavirus a tripulaciones de flota de altura y gran altura, consecuencia de un acuerdo entre el Servicio Gallego de Salud y el Instituto Social de A Mariña, también supondrá la inclusión de la covid en los estudios epidemiológicos realizados por el ISM, así como su utilización para la puesta en marcha de campañas de divulgación y prevención sanitaria. Igualmente, supondrá la inclusión en la formación de los tripulantes de aquellos aspectos de higiene, prevención y control de casos de contagio por covid y la aprobación, por parte del antedicho Instituto, de un conjunto de medidas higiénico sanitarias para los trabajadores del mar y otras personas a bordo de embarcaciones en relación con el coronavirus.


La Xunta habilita un teléfono gratuito para resolver dudas del sector turístico sobre seguridad sanitaria

La Xunta habilitará desde mañana lunes un teléfono gratuito para resolver las dudas del sector turístico en materia de seguridad sanitaria. Así, las empresas y profesionales que lo necesiten podrán llamar al 900 815 334 de lunes a viernes, de 10,00 a 14,00 h y de 16,00 a 20,00 h o enviar un correo electrónico a la dirección info-galiciadestinoseguro@xunta.gal.
Este teléfono gratuito permitirá dar una respuesta ágil y precisa a las cuestiones formuladas por las empresas y trabajadores del sector en materia higiénico-sanitaria. El servicio se pondrá en marcha el mismo día en que los locales de hostelería y restauración podrán incrementar su aforo hasta el 50%, una decisión que fue abordada en la reunión del Centro de Coordinación Operativa (Cecop) celebrada ayer después de que el Gobierno central habilitara a las Comunidades en la fase 2 de la desescalada a modificar el aforo máximo en el interior de estos establecimientos, fijado inicialmente en el 40%, bien reduciéndolo al 30% o bien incrementándolo hasta el 50%. Xunta y sector acordaron que se dan las circunstancias para este aumento.
El servicio se enmarca en el programa Galicia destino seguro para la mejora de la formación, asesoramiento y apoyo económico a las empresas de esta industria con el objetivo de favorecer su adaptación a la nueva realidad e impulsar Galicia como un destino fiable y de calidad. Precisamente, el último Consello da Xunta aprobó una batería de ayudas por casi 6 M€ para que pymes y autónomos del ámbito turístico puedan instalar medidas de protección y adecuarse a la situación actual.
Además, para mejorar la competencia de las empresas en materia de seguridad sanitaria, echó a andar ya un plan de formación impartido por el Centro Superior de Hostelería de Galicia (CSHG) y las entidades sectoriales y provinciales con una oferta inicial de 50.000 plazas en 500 acciones formativas de carácter general adaptadas a las particularidades de cada subsector y área geográfica. Se trata de un conjunto de medidas fruto de la colaboración y el diálogo entre administración y sector en el marco del llamado Pacto por un destino seguro.
Estas iniciativas forman parte del Plan de reactivación del sector turístico, que cuenta con una dotación global de 27 millones de euros y cerca de medio centenar de medidas para minimizar el impacto de la crisis sanitaria y favorecer su reactivación.

Feijóo le recuerda a Sánchez que Galicia tiene una renta de inclusión desde hace casi 30 años

O titular do Goberno galego mantivo a duodécima videoconferencia co Goberno central e os outros presidentes autonómicos

FEIJÓO RECORDA QUE GALICIA TEN UNHA RENDA DE INCLUSIÓN DESDE HAI CASE 30 ANOS E PIDE QUE SEXAN AS COMUNIDADES AS QUE XESTIONEN O INGRESO MÍNIMO VITAL

Expresa o seu desacordo cos “volantazos” que, ao longo das últimas semanas, se sucederon no seu deseño e pide que non se entre nunha discusión que afonda na desigualdade entre os cidadáns

Lamenta que non se producira unha conferencia de presidentes exclusiva para retomar os temas de educación

“Se imos recibir fondos da UE para relanzar a economía, sería un gravísimo erro que deixemos esmorecer industrias que son claves para Galicia e para España”, di sobre Alcoa, urxindo ao Goberno central que fixe un prezo da enerxía competitivo

Traslada a necesidade de articular un novo fondo para as CCAA logo de que a Unión Europea fale xa dunha bolsa de recursos para afrontar a pandemia

Pide ao Goberno que defina un plan de rebrote a nivel nacional que, baixo un criterio común, permita dar unha resposta coordinada e eficaz


O presidente da Xunta, Alberto Núñez Feijóo, pediu hoxe que sexan as comunidades as que xestionen o ingreso mínimo vital para garantir que chegue con axilidade ás familias que peor o están a pasar. Nesta liña, recordou que Galicia ten unha renda de inclusión social desde hai case 30 anos: “Temos experiencia de xestión, temos profesionais públicos e estamos xestionando as pensións non contributivas que están financiadas con cargo ao Estado”, aseverou.
O titular do Executivo galego expresou o seu desacordo cos “volantazos” que, ao longo das últimas semanas, se sucederon no seu deseño, afirmando que non é respectuoso que se xogue coas prestacións de primeira necesidade que están destinadas a todos os españois, vivan na comunidade autónoma que vivan.
“Non é razoable que agora rompamos un sistema que queremos construír igual para todos dando a tres comunidades a xestión da renda, e impedindo ao resto das comunidades que a xestionen e que ademais anulen as rendas que viñan aplicando e xestionando, no caso de Galicia nos últimos 29 anos”, recalcou, pedindo que non se entre nunha discusión que afonda na desigualdade entre os cidadáns.

Durante a duodécima videoconferencia co Goberno central e os outros presidentes autonómicos, Feijóo pediu tamén certezas no ámbito educativo para o próximo curso. “Díxosenos que habería unha conferencia de presidentes exclusiva para retomar os temas de educación e lamentablemente esta non se produciu”, aseverou, considerando que non é razoable esta ausencia do Goberno no eido educativo, tanto en materia de escolas infantís, como en relación á educación primaria e secundaria, á formación profesional e á universitaria.

Preocupación por Alcoa e polas industrias afectadas pola Lei de Costas

O presidente galego manifestou tamén a súa preocupación por Alcoa e polas industrias afectadas pola Lei de Costas. “Se imos recibir fondos da UE para relanzar a economía e para axudar a sectores que están nunha situación moi delicada, sería un gravísimo erro que estes non se aplicasen ás industrias e que deixemos esmorecer industrias que son claves para Galicia e para España”, dixo, urxindo ao Goberno central que fixe un prezo da enerxía competitivo.

“Non ten ningún sentido que unha actividade considerada esencial durante a pandemia se deixe pechar”, abundou, incidindo en que sería inaceptable que se perdan empregos polo deixamento do Goberno de España durante meses.

Así mesmo, trasladou a inquedanza que están a vivir centos de empresas que en Galicia se dedican aos eventos festivos: “Orquestras, empresas de pirotecnia, negocios ambulantes... precisan saber que vai ser deles nas próximas semanas e meses”, dixo, precisando ademais que os concellos necesitan contar cunhas instrucións claras sobre cando se poden celebrar estes eventos e en que condicións de seguridade.

Máis alá de que se concreten os criterios de reparto dos 16.000 millóns de euros comprometidos e logo de que a Unión Europea fale xa dunha bolsa de recursos para afrontar a pandemia de 750.000 millóns de euros, dos cales 140.000 lle corresponderían a España, Feijóo trasladou a necesidade de articular un novo fondo para as comunidades autónomas. Non en van, recordou que as administración autonómicas están sostendo o 50% do gasto público, o 100% do gasto sanitario e boa parte do gasto educativo e de servizos sociais.

O presidente da Xunta pediu ademais ao Goberno que defina un plan de rebrote a nivel nacional que, baixo un criterio común, permita dar unha resposta coordinada e eficaz. Sobre este punto, confirmou que, pola súa banda, o comité clínico de expertos sanitarios de Galicia aprobou hai semanas un plan de actuación no caso de que se dea algún rebrote na Comunidade.

Ademais de insistir en pedir a mobilidade entre as provincias galegas, que están na mesma fase, Feijóo referiuse tamén a importancia de retomar o paso da ponte en Ribadeo, “para poder conectar esa parte de Galicia con esa parte de Asturias”, así como a mobilidade transfronteiriza co Norte de Portugal.
“E plantexamos que non se adiante a mobilidade entre comunidades que se atopan en distinta fase”, expuxo, ante a preocupación dalgún concellos que comezan a notar a presenza de persoas procedentes doutras autonomías.

Presidente Núñez Feijóo



Marlaska es la estrella de este domingo en El Mundo. Portadas

Deputación. Aprueban por unanimidad modificar el "Plan Concellos" ante la situación actual

Aprobada por unanimidade na Deputación a proposta do PP para modificar o Plan Concellos e incrementar as porcentaxes que se destinan a emprego

O pleno da Deputación de Pontevedra aprobou por unanimidade no pleno a proposta do Partido Popular para modificar o Plan Concellos e, deste xeito, incrementar as porcentaxes que se poden destinar para a liña 3, emprego.
O voceiro do grupo, Jorge Cubela, explicou que “houbo un cambio moi importante nas circunstancias nas que se deseñou e aprobou o Plan Concellos 2020, e polo tanto esta modificación permítenos aproximarnos á nova realidade”. Deste xeito, o acordo adoptado é que os concellos poidan incrementar do 22 ao 30% a cantidade que destinan para a contratación de persoal. “Está claro que as necesidades e prioridades dos concellos cambiaron desde o 15 de marzo, e polo tanto era necesaria unha maior flexibilidade para que os concellos puideran destinar os recursos que reciben da Deputación da forma máis útil”, valora o voceiro popular.
Como exemplo, sinalou que mentres todos os concellos da provincia planificaban o mantemento das infraestruturas no mes de marzo ou abril, a crise sanitaria e o confinamento obrigaron a retrasar todo este traballo, polo que ás portas da tempada estival, os concellos precisan maior velocidade á hora de realizar certas actuacións de mantemento. Por iso, engadiu, “era moi importante que se puideran flexibilizar as diferentes liñas, sobre todo no referente ao plan de emprego”.

Cubela fixo a proposta nunha das reunións de seguimento do COVID-19, e tal e como recoñeceu a presidenta Carmela Silva, o Goberno considerou que era unha proposta boa e se converteu nesta modificación. Por iso, o voceiro aplaudiu que se aprobase esta modificación que “sae do traballo conxunto dos tres grupos políticos”.
Tamén no pleno de hoxe deuse conta da creación da comisión para asesorar aos concellos sobre as dúbidas ou cuestións que teñan con respecto á xestión do COVID-19. Unha proposta do PP que tamén asumiu o Goberno provincial, e que “vai ser unha ferramenta moi útil para apoiar e asesorar a todos os concellos desta provincia”.
Cubela explica que “os concellos son a administración máis próxima ao cidadán, son os primeiros en actuar, teñen que tomar moitas decisións e adoptar medidas en medio dunha situación extraordinaria na que poden xurdir dúbidas, mentres que a Deputación de Pontevedra ten recursos humanos e técnicos que poden aclarar moitas das dúbidas que xurdan á hora de tomar decisións”. En definitiva, sinala, trátase de aproveitar os recursos da institución provincial para poñelos ao servizo dos concellos.


14 nuevos proyectos de pymes gallegas que van a movilizar 1,4M€ para la fabricación de medios de protección

La Xunta apoyará 14 nuevos proyectos de pymes gallegas que movilizarán 1,4 millones de euros para la fabricación de material sanitario y de protección laboral frente a la covid-19. Así, el Comité de fabricación de equipación sanitario y de material para la protección de los trabajadores -que conforman las consellerías de Economía, Empleo e Industria, Sanidad y Política Social- evaluó esta semana estas propuestas, que permitirán acometer la producción de máscaras, pantallas protectoras, mamparas, soluciones y arcos desinfectantes y ropa y accesorios sanitarios.

A través de esta línea de financiación, dotada con 2,5 millones de euros y activada por la Xunta para facilitar la reorganización productiva, los 14 proyectos recibirán apoyos de cerca de 760.000 euros, más del 60 por ciento de la inversión.

Con estas, son ya 28 las iniciativas aprobadas por el Comité de fabricación, que tarde-noche apoyadas a través de la línea de la Xunta que acerca ayudas de hasta 100.000 euros para cubrir los gastos o inversiones que tengan que hacer en maquinaria, material y otros activos con la posibilidad de acceder a un anticipo. A estas 28 iniciativas les corresponde una ayuda global de 1,5 millones de euros, que permitirá movilizar cerca de 2,7 millones.

En ese sentido, el director del Igape, Juan Cividanes, recordó que las pymes gallegas pueden solicitar también los apoyos que –para poner en marcha la producción de medicamentos, tratamientos, test de diagnóstico, equipos hospitalarios y médicos, entre otros bienes– se ofrecen a través de una segunda línea de ayudas que se viene de activar. Como recogió esta misma semana el Diario Oficial de Galicia (DOG), este programa, dotado con 5 millones de euros, tiene como objetivo impulsar la fabricación en Galicia de productos que sean de utilidad en la lucha contra la covid-19 y que contribuyan a incrementar la prevención tanto a nivel sanitario como en materia de seguridad y salud laboral.

El director del Igape destacó también que a través de la plataforma online Marketplace, creada por el Gobierno gallego para gestionar la oferta y la demanda de suministro de equipación y canalizar las respuestas de la industria gallega a las necesidades de suministro de equipaciones, ya se llevan recogidas 246 ofertas de 146 empresas diferentes.


Reanuda este lunes plazo de inscripción en listas de empleo temporal para trabajar en la Administración gallega.

La Xunta de Galicia reanuda este lunes el plazo de inscripción en las listas de empleo temporal para trabajar en los servicios públicos de la Administración gallega. Este plazo comenzará mañana, lunes 1 de junio, y finalizará el próximo 18 de julio.
El plazo para la presentación de solicitudes de inclusión en las listas de contratación temporal de la Xunta se encontraba suspendido a causa de la declaración del estado de alarma para la gestión de la crisis sanitaria ocasionada por la covid-19. Ahora, este plazo se amplía hasta un mes y 18 días naturales.
Así, el personal interesado que cumpla los requisitos de titulación podrá continuar con las solicitudes de inclusión en las bolsas de empleo temporal que se encontraban abiertas antes de la declaración del estado de alarma, para el nombramiento de funcionarios interinos y la contratación de personal laboral temporal de la Administración gallega.
Estas listas son utilizadas por la Xunta para cubrir vacantes, hacer relevos y reforzar los servicios públicos. Las personas contratadas prestarán servicios en escuelas infantiles, centros de atención a menores o personas con discapacidad, residencias de mayores, centros para personas con dependencia, en los servicios de guardacostas o en institutos politécnicos.
ES importante subrayar que el hecho de estar inscrito en estas listas de empleo temporal para realizar relevos temporales es una forma de conseguir méritos a la hora de participar en un proceso selectivo y, por lo tanto, incrementa las posibilidades de lograr un puesto de trabajo fijo en la Administración. Todas aquellas personas interesadas en apuntarse en estas listas de empleo temporal podrán realizar la inscripción a través de la web de la Xunta de Galicia, en el apartado ‘Listas de Contratación'. Las personas que ya formaban parte de esta bolsa no es preciso que se anoten de nuevo.



Los centros educativos públicos gallegos se sitúan a la cabeza del Estado en el acceso a servicios digitales

Los centros educativos públicos gallegos se sitúan a la cabeza del Estado en la disposición de servicios digitales proveídos por la Administración pública como entornos virtuales de aprendizaje, aulas virtuales y servicios en la nube. Así se recoge en la estadística "Enseñanza no universitaria. Sociedad de la información y la comunicación en los centros educativos. Curso 2018-2019", que acaba de publicar el Ministerio de Educación y Formación Profesional y que refleja la buena situación de la digitalización en los centros públicos gallegos en el contexto nacional.

El 96% de los centros de enseñanza públicos de Galicia disponen de aulas virtuales, gracias a los proyectos EDIXGAL y Webs dinámicas, frente el 41,3% del promedio estatal. Además, el 99% de los centros públicos disponen de servicios en la nube y el 93,3% de los centros públicos disponen de página web, frente al 86,9% a nivel nacional.

La disponibilidad de servicios educativos digitales ve en consonancia con la implicación de los centros educativos públicos en proyectos relacionados con la tecnología educativa, que en Galicia está en un 60,8%, muy por encima del 36,5% del promedio nacional, y solo por detrás de La Rioja, Ceuta y Castilla y León.

La estadística estatal, realizada en la totalidad de los centros públicos, concertados y privados de España, se analizan parámetros como el número de ordenadores por alumno, el tipo y calidad de la conexión a Internet de los centros educativos, la cobertura de WIFI dentro de los centros, la disponibilidad de sistemas digitales interactivos en las aulas, o de servicios de entornos virtuales de aprendizaje y otros servicios educativos en la nube.
Galicia, en lo relativo a los centros educativos públicos, se sitúa en las primeras posiciones en la mayoría de los indicados medidos.

Ratio de ordenador por alumno y grupo

Así en los indicadores relativos al número medio de alumnos por ordenador destinados a tareas de enseñanza y aprendizaje, en los destinados a la docencia, y en los conectados la internet destinados a la docencia se sitúa en la tercera posición, solo por detrás del País Vasco y Extremadura, con un promedio de 1 ordenador para cada 1,7 alumnos en el primero caso, y 2 en los restantes, cuando el promedio del estado y de 2,7 3,3 y 3,4 alumnos por ordenador.
Igualmente, Galicia ocupa el tercero puesto del Estado en cuanto a ordenadores por grupo, con 10 equipos por grupo, solo por detrás del País Vasco y de Islas Baleares y muy por encima del promedio nacional, que es 6,7 ordenadores por aula.
Conectividad

En lo relativo a los indicadores relativo al ancho de banda de la conexión a Internet de los centros educativos, Galicia se sitúa a la cabeza junto con Canarias, con un 96,7% de los centros públicos con conexión a Internet superior a 100 Mbps, frente al 35% en España. Este porcentaje crece hasta el 98,1% si consideramos los centros con velocidad superior a 50 Mbps.
En lo relativo las aulas con conexión a Internet, Galicia también se sitúa en el grupo de cabecera, con el 98,1% de las aulas habituales de clase con conexión a Internet, por detrás de Valencia, Mellia, Ceuta, Canarias y Cataluña. En cuanto al porcentaje de centros con cobertura WIFI, con un porcentaje del 98% Galicia se sitúa por encima del promedio nacional que es de 93,6%.
En lo tocante a la dotación de Sistemas Digitales Interactivos, Galicia se sitúa en la cuarta posición, detrás de Melilla, Ceuta y Extremadura, con un 66,6% de las aulas con estos servicios, frente al 58 del promedio nacional.


Portadas del domingo : Galicia y Portugal

Prensa Internacional de este domingo