"Pinheiro para a final", otro interesante artículo del profesor Costa

El polémico árbitro João Pinheiro, también conocido por "Super-Pinheiro" o "Mostovoi"




Nuestro querido amigo y gran adepto del Sporting de Braga, el profesor António Costa, publicaba hoy otro interesante artículo, de esta vez en las páginas del centenario Diario do Minho. Por el interés que el texto tiene y con la debida venia, reproducimos a continuación el análisis de nuestro también estimado colaborador.

Pinheiro para a final


Está na hora de recordar a inenarrável exibição de Olegário Benquerença, num tristemente célebre Rio Ave-SC Braga, que foi tão mau que conduziu ao seu afastamento definitivo dos jogos da equipa bracarense.

Já passaram uns anos desde a realização dessa fraude desportiva que custou um afastamento da final da Taça da Liga da altura, pelo que isso ainda está presente numa parte de reserva do nosso cérebro.

Esse jogo, foi uma catadupa de erros crassos, que era difícil imaginar pior, numa final subtraída aos arsenalistas. Recomendo, aos mais esquecidos, uma rápida busca no Youtube, para verem que não exagerei nada no que referi acima.

Na atualidade, João Pinheiro, apesar de determinante, não errou tanto no Braga – Benfica, mas ele nutre um sentimento de quem se sente perdoado porque ama, num prejuízo absolutamente consciente, acredito eu.

Talvez seja altura de ser criado um movimento, por quem de direito, de promoção a Pinheiro na final da Taça de Portugal. Não será um prémio de carreira, porque se trata de um Pinheiro novinho, mas um prémio pelo “bom desempenho”, que a nação benfiquista, e boa parte do sistema, agradece.

Que lindas camisolas estas do Benfica que me ofereceram e que simpáticos são os responsáveis benfiquistas, que não se esquecem de quem os ajuda, terá pensado João Pinheiro. Essa eventual designação para a final pode complementar o “prémio” já recebido, por tão distinto desempenho, em prol dos seus.

A este propósito refiro agora o golo limpo que não foi validado à seleção A de Portugal na Sérvia, que causou a indignação geral. Que bom sentimento, pensaram os braguistas, assim como os adeptos de outros clubes, para que todos vejam como custa ver adulterada a verdade desportiva.

Claro que não entendo como aquele golo não valeu, mas menos entendo como a UEFA, sempre repleta de lucros obscenos, não colocou o VAR em jogos de apuramento, mesmo que alguns estádios possam oferecer menores condições para esse efeito. É que aquele golo pode valer um apuramento ou uma eliminação, tal como alguns lances mal julgados em prejuízo do SC Braga podem interferir nas contas finais da época.

A nomeação do árbitro João Pinheiro para a final já terá passado pela cabeça de muita gente, mas como hoje é o “dia das mentiras” não acreditem se isso aparecer como notícia. Mas que anda na cabeça de muita gente, não tenho grandes dúvidas.

Uma nota final para os diversos jogos europeus de apuramento para o Mundial que tiveram público nas bancadas e que eu gostei de ver. Mas parece uma coisa estranha esta de criar condições para o regresso dos adeptos aos estádios, que nos remete para outras andanças de um passado que parece tão distante e de um futuro que nos parece tão longínquo.

Uma nota final para o regresso de Rui Fonte. Será um bom presságio para a final? Boa sorte, Rui Fonte, nesta retoma da carreira e que o futuro afaste outras lesões, sempre indesejadas, e permita que este “reforço pós-inverno” ainda chegue a tempo de ser influente na época desportiva do SC Braga. É que ainda há muito para jogar e para tentar ganhar.



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