Indignación general en la ciudad de Braga y entre los miles de aficionados del SCB



La actuación de la nueva censura de la PSP, en el campo de Braga, no se va quedar ahí... sin más, con la Opinión Pública y el propio Braga tragando... por algo intolerable. ¡Viva la Libertad de Expresión!, el grito es unánime este fin de semana en Braga...
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COMUNICADO ATUAÇÃO DA PSP | PEDIDAS AUDIÊNCIAS DE CARÁTER URGENTE

O SC Braga informa que, tal como anunciado ontem e na sequência da inexplicável censura aplicada pelo Comando Distrital da PSP, seguiram já pedidos formais de audiência, com carácter urgente, para a Federação Portuguesa de Futebol, para a Liga Portugal, para o Governo de Portugal (nas tutelas do Desporto e da Administração Interna) e para a APCVD.
Dada a relevância dos factos em causa, o SC Braga espera ser recebido pelas entidades durante os próximos dias.

ANTÓNIO SALVADOR: “NINGUÉM VAI CALAR O ORGULHO E O AMOR QUE TEMOS POR BRAGA”

"Hoje ganhámos e ganhámos bem, mas eu não estou feliz, não consigo estar feliz.
Hoje o nosso clube, os nossos sócios e adeptos foram desrespeitados. A nossa cidade, Braga, foi desrespeitada. Fomos censurados na nossa vontade de afirmar o nosso amor e o nosso orgulho por sermos Braga. Durante dias, o nosso clube, os nossos profissionais e muitos adeptos voluntariamente dedicaram horas e horas para preparar uma imagem de apoio à equipa. Uma mensagem positiva que a PSP censurou. Eu vou até às últimas instâncias, vou onde for preciso e farei o que for preciso, mas não vou admitir que não respeitem o amor que temos em ser Braga e o amor que temos pela nossa cidade.
Ninguém! Ninguém vai calar o orgulho e o amor que temos por Braga"
, refere António Salvador

NOTA DE REPÚDIO DO SC BRAGA



O SC Braga entende tornar público, com nota de repúdio, que o Comando Distrital de Braga da Polícia de Segurança Pública, na pessoa do Sr. Comandante da Divisão Policial, Subintendente André Carvalho, impediu a exibição de uma tela de promoção ao Clube e à cidade que seria erguida ao longo de toda a bancada Nascente aquando da entrada das equipas em campo para o duelo desta noite.

Não obstante as apreciações favoráveis de outras entidades, entre as quais a Liga Portugal e a Cruz Vermelha, a PSP manteve em todo o processo uma postura intransigente e nada aberta ao diálogo, apesar de a própria reconhecer que a tela e o manuseamento da mesma cumpriam os requisitos de segurança, alegando apenas como motivo para o impedimento que “não se vislumbra que a coreografia (…) se enquadre no apoio aos clubes e sociedades desportivas intervenientes”.



A prepotência da decisão só tem paralelo com a ignorância que a suporta, já que é manifestamente evidente que a tela em causa, e que aqui reproduzimos, expressava somente o vínculo que o SC Braga tem com a cidade que lhe dá nome, sublinhando o orgulho pela sua história bimilenar, acompanhada de uma mensagem em latim, cuja tradução seria “Antes de lhe ser dado um nome, já havia terra./ Antes de ser cidade, já havia povo./ Das gentes antigas nasceu Bracara Augusta,/ onde as armas, a lealdade e a terra se tornaram uma só.”

Para além do absurdo da postura adotada pela PSP, em contradição com outras coreografias já realizadas na mesma bancada em anos anteriores e que também têm sido permitidas noutros estádios, este lamentável episódio abre uma ferida profunda na postura de cooperação que o SC Braga tem assumido e que tem tido ganhos notórios em matéria de segurança e de comportamentos coletivos.

A PSP ofendeu o Clube e os seus sócios e adeptos, muitos deles voluntários há largas semanas, tendo dedicado horas e horas de trabalho para um momento de promoção do espectáculo e de um dos jogos mais importantes do nosso futebol. Mais do que isso, a PSP criou condições inflamáveis para o entorno da partida, numa postura de absoluta irresponsabilidade e que transformou um momento de incentivo num caldo inflamável com proporções imprevisíveis e incontroláveis.

O SC Braga dará conhecimento deste caso a todas as entidades que entenda relevantes e solicitará reuniões de emergência. Também a Federação Portuguesa de Futebol e a Liga Portugal serão instadas a posicionar-se, já que não é possível clamar por mais e melhores espectáculos e pela promoção dos mesmos neste ambiente de prepotência e de hostilização dos clubes e das suas massas associativas.



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