A Assunção de Maria (15 de Agosto), apesar do Servo de Deus Padre Cruz já não ter assistido à definição do Dogma, também contava para ele entre as maiores festas.
“Peçamos à nossa Mãe Santíssima, pela sua gloriosa Assunção ao Céu, que nos alcance a graça duma santa vida, que seja preparação para uma santa morte (de que já estive bem perto — acrescenta — quando no dia 8 do mês passado recebi o Santo Sacramento da Extrema Unção e no dia 12 do mesmo mês me rezaram os ofícios da agonia). Digamos do coração: Minha Mãe Santíssima, só quero o que me leva à Vossa companhia no Céu, tendo o coração completamente desapegado das honras, riquezas e prazeres do mundo, e com a consciência sempre tranquila e em paz, por meio de confissões bem feitas, desejando amar-Vos sempre muito como os santos do Céu e os justos da terra, e fazendo-Vos amar”.
Fonte: O “Santo” Padre Cruz, Maria Joana Mendes Leal, 8.ª edição, Lisboa, 2003, pp. 208–215.