Si Portugal consigue realizar la mitad del plan ferroviario presentado dará un salto de gigante...

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Cuando esté terminado -si un día se termina- el plan nacional ferroviario que el Gobierno de Portugal ayer presentó, probablemente no estaremos vivos quienes esto escribimos. Pero solamente con que se lleve a cabo buena parte de lo que se propone, no hay duda que Portugal dará un salto de gigante en cuanto a su transporte por tren se refiere. Comienza un apasionante camino, no hay duda.

Como refere hoje o diario "Público" : António Costa lança plano para concretizar “paixão platónica da ferrovia”. “Nunca houve um documento deste tipo”, referiu o coordenador do Plano Ferroviário Nacional, Frederico Francisco, que quer que 20% das deslocações sejam feitas sobre carris em 2050.

Plano Ferroviário Nacional (PFN), apresentado esta quinta-feira, prevê uma terceira travessia sobre o Tejo, entre Chelas (Lisboa), e Barreiro (Setúbal), que deverá estar concluída até 2050, anunciou o coordenador do grupo de trabalho.

O PFN tem como principais objetivos "passar de 4,6% para 20% de quota modal no transporte de passageiros", "passar de 13% para 40% de quota modal no transporte de mercadorias", "assegurar ligação com elevada qualidade de serviço aos 28 centros urbanos de relevância regional, que incluem todas as capitais de distrito, potenciando o seu desenvolvimento".

Comboios de alta velocidade nas 10 maiores cidades portuguesas, uma nova ponte ferroviária sobre o rio Tejo, ligações sobre carris em todos os distritos e Lisboa e Porto a três horas de de comboio de Madrid. Estes são alguns dos principais objetivos para cumprir até 2050 do Plano Ferroviário Nacional (PFN) que irá a aprovação pela Assembleia da República em meados de 2023. Avião e automóvel são nomeados como os principais concorrentes do comboio, segundo o documento, que não inclui os serviços de autocarros como rivais. O PFN prevê ainda um novo acesso a Lisboa a partir de Torres Vedras, passando em Loures, que permitirá reduzir em cerca de 30 minutos o acesso da zona Oeste a Lisboa.
Ainda que não estabeleça prazos, o PNF tem um horizonte indicativo de conclusão até 2050.

O documento propõe um novo eixo Intercidades entre Lisboa e Valença “com serviços frequentes”, novos serviços entre Porto e Lisboa com passagem pelas beiras e a Linha o Oeste, o regresso do comboio Intercidades direto entre Lisboa e Beja e ainda o prolongamento do comboio Intercidades até à cidade de Portalegre.
O PFN também deixa propostas de construção de novas linhas a nível regional e suburbano, além da reabertura de troços em vários pontos do país. Há ainda uma menção ao transporte de mercadorias. Com este plano, são estabelecidas quatro categorias de serviço, que poderão ter horários cadenciados ou vários serviços por hora.
Um dos pressupostos do PFN é que o comboio regresse aos distritos de Viseu, Vila Real e Bragança. Para que Viseu volte a ter comboios, o documento propõe a construção de uma linha entre Aveiro e Vilar Formoso, com passagem pelas cidades de Viseu e da Guarda.

(Com datos do Eco e Diário de Notícias)

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