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Sporting de Braga. El análisis semanal del profesor Costa nos señala "critérios incongruentes"

En el acreditado portal deportivo en Internet, ZeroZero,  cada semana escribe el profesor António Costa , socio y adepto contra viento y mar...

En el acreditado portal deportivo en Internet, ZeroZero, cada semana escribe el profesor António Costa, socio y adepto contra viento y marea del Sporting Clube de Braga, además de un magnífico profesor de enseñanzas medias, personaje culto y afable, al que  mucho apreciamos desde hace ya casi tres lustros. Como antaño en "O Minho Desportivo" y en "Record", leemos a nuestro António Costa cada semana en ZeroZero, donde muestra su indudable amor al Braga, manifestado al lado de razonamientos sensatos y no exentos de lógica y bases fundadas. Tomamos buena nota de lo que dice y, con la debida venia, posteriormente, hacemos presentes sus apontamentos en el apartado de Ocio / Deportes / Sporting de Braga de RBT.

O SÍTIO DOS GVERREIROS
António Costa

"O sítio dos Gverreiros” é uma coluna de opinião do zerozero.pt, de assuntos relativos ao SC Braga, na perspetiva de um olhar de adepto braguista, com o sentido crítico necessário, em busca de uma verdade externa ao sistema.


O artigo anterior, na parte relativa à mudança de Rúben Amorim para Alvalade, que representou um real atentado à verdade desportiva, continha uma imprecisão que importa aqui corrigir, repondo a verdade. Quando referi que existiu um “…novo acordo, que remetia o pagamento para o próximo mês de setembro, o que foi aceite pelo líder bracarense, António Salvador, que acreditou no que ficava escrito”, na realidade houve apenas um acordo inicial entre SC Braga e Sporting, que previa o pagamento do valor da cláusula em duas tranches de cinco milhões cada, cujo incumprimento foi imediato, com a falta da liquidação da verba referente à primeira tranche, o que atesta de modo inequívoco que longe vão os tempos em que a palavra de honra era garantia de respeito no Sporting. É com base nesse acordo inicial que surge a data de setembro como limite da paciência em Braga, de onde se espera uma posição inflexível e determinada, com vista ao pagamento no curto prazo deste calote, cuja verba cresce diariamente com os juros previstos no acordo estabelecido, em resultado do comportamento inadimplemente dos leões.


O selecionador nacional Fernando Santos divulgou a convocatória para dois jogos referentes à Liga das Nações, onde Portugal defende o título conquistado na primeira edição. As ausências mais estranhas foram as de Paulinho e Ricardo Horta, do SC Braga, e Pizzi, do Benfica, face ao rendimento elevado que registaram na última época. Ora, o rendimento foi precisamente um dos critérios referidos pelo selecionador nacional, além de outros que fez questão de referir, mas que não foi tido em consideração na elaboração da lista final divulgada. O engenheiro, único treinador titulado à frente da nossa principal seleção, deu a entender que nas próximas convocatórias os jogadores que referi, ou outros, podem ser chamados, mas nem essa promessa fez desaparecer os critérios incongruentes usados nesta convocatória, que causou algum desconforto nas hostes bracarenses. Assim, sabendo-se que o sonho de qualquer jogador é representar a seleção do seu país, deve o mérito do trabalho dos atletas ser reconhecido e não a chamada através de critérios incongruentes, que ninguém entende.


Na seleção de sub21, David Carmo, titular do SC Braga, por sinal o terceiro classificado da última liga, ficou de fora da convocatória de Rui Jorge, o que torna esta exclusão inatingível a qualquer ser humano, se atendermos a que os outros centrais convocados não são titulares das suas equipas, havendo mesmo casos de atletas ainda sem clube definido para jogar na próxima época, como Diogo Queirós, que pertence aos quadros do Porto. Pode-se falar novamente de critérios incongruentes de quem escolheu.


Já foi feito o sorteio da liga portuguesa que, com tantas condicionantes, mais parecia uma escolha de calendário. Se algumas condições se entendem para benefício do futebol, como é exemplo a proteção dos clubes que disputam as competições europeias, algo que não aconteceu na época anterior, outros critérios usados foram incongruentes e inaceitáveis, como é exemplo o facto de o primeiro, segundo e quarto classificados não se poderem defrontar nas primeiras três jornadas, ao passo que o terceiro classificado foi marginalizada nessa proteção. Assim, o SC Braga começa a liga no dragão e tem uma primeira volta difícil, algo que pode ter implicações no formato excecional da próxima edição da Taça da Liga, que apura os primeiros seis classificados no final do próximo mês de novembro. Não há quem pense um pouco na liga portuguesa, ou então as amarras ao sistema não permitem fazer melhor, o que se lamenta.


Em Braga a bola já rola, mesmo que a Direção-Geral da Saúde (DGS) não tenha publicado o protocolo referente aos jogos particulares de pré-época, como era seu dever. Foi neste contexto que o SC Braga realizou três jogos em modo de treino numa semana. O primeiro foi com o Vizela e terminou empatado a três golos no final, num jogo em que os golos de Sanca, André Horta e Paulinho aparentavam inclinar para as cores arsenalistas. Pura ilusão. O segundo treino de conjunto foi frente à equipa B arsenalista e terminou com a vitória por 2-0 da equipa principal, graças aos golos de Ricardo Horta e Iuri Medeiros, que aparenta uma boa adaptação. O último destes jogos particulares foi frente ao Paços de Ferreira, na Pedreira e os Gverreiros do Minho venceram por 3-0, com golos dos manos Horta (André e Ricardo) e de Moura. Até aqui pouco se pode dizer sobre os jogos porque não foram visionados, algo que deve mudar doravante.

Carlos Carvalhal tem, certamente, muito trabalho pela frente para colocar a equipa a níveis elevados, como é desejo de toda a “Legião”, tendo em vista desde já o objetivo imediato que é o jogo inaugural da liga frente ao Porto, no dragão, ciente de que “o caminho faz-se caminhando”.


El profesor Costa

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