Comienzan las obras de la segunda fase de la Ciudad Deportiva del Sporting Clube de Braga

La primera fase de las obras ya hace mucho que se concluyó. Tanto que en ella están trabajando 700 deportistas de diferentes formaciones del Sporting de Braga. Las obras de la segunda fase han comenzado ya y el presidente del SC Braga visitó hace unas horas las mismas. Vienen ahora más instalaciones, más infraestructuras, más dependencias... Cuando la fase 2 y la fase 3 hayan terminado, la Ciudad Deportiva del Sporting de Braga será un auténtico orgullo para Portugal.

Decorreu esta sexta-feira a visita ao terreno onde será construída a 2ª fase da Cidade Desportiva do SC Braga. O arquiteto, Pedro Guimarães, o presidente do SC Braga, António Salvador, e o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, marcaram presença e teceram algumas declarações à comunicação social presente.

A 2.ª Fase da Cidade Desportiva do SC Braga insere-se num terreno com cerca de 41.000m2 de área, onde se incluem os 2 campos de treino da Equipa A. A Cidade Desportiva é um projecto integrado em cuja 1.ª Fase, constituída pelo Centro de Formação, com a área total de 112.000m2 (mais de 11 hectares), foram construídos cinco campos de futebol de 11 – sendo que dois possuem bancadas e destinam-se a jogos oficiais das camadas de formação -, um campo de futebol de 7 e outro de futebol de praia. Para apoio de toda a actividade desportiva existe um edifício com a área total de construção de 4.500m2. Em complemento, será também construído o Estádio do Centenário, com 2.400 lugares, implantado num terreno com 25.000m2 de área.

Com a 2.ª Fase da Cidade Desportiva, o espaço reabilitado pelo SC Braga e no qual se enquadra também o Centro de Formação ficará com uma área total de cerca de 190.000m2, o que equivale a 19 hectares.

A 2.ª Fase da Cidade Desportiva desenvolve-se nos seguintes 5 grandes grupos funcionais:
1 – A Área Administrativa, com a área de 2.500m2, localizada no topo norte do edifício, voltada para a Avenida do Estádio;
2 – O Pavilhão Gimnodesportivo, com 5.750m2, localizado no interior do edifício;
3 – No topo sul ficará toda a Área Desportiva, com 4.730m2, de apoio às equipas A e B de futebol profissional;
4 – Área Residencial e Social, com a área de 3.700m2, nos três pisos superiores à Área Desportiva do futebol profissional;
5 – O Museu, com a área de 2.000m2, e o Parque de Estacionamento com a área de 9.305m2 e a capacidade para 230 lugares, no piso enterrado, em toda a implantação do edifício.
Em complemento a este programa, no prolongamento do edifício, foi previsto um campo relvado adicional para treino intensivo e aquecimento, servindo como complemento ao ginásio.

A primeira fase, concluída desde 2017 e que serve um universo de 700 atletas, distribuídos pelos diferentes escalões de formação de futebol, "custou 11 milhões de euros", afirmou o líder ‘arsenalista', referia José Carlos Lourinho, no Jornal Económico, horas atrás.

A cidade desportiva do Sporting de Braga vai ter um custo total de 33,5 milhões de euros revelou hoje o presidente do clube minhoto, António Salvador, durante uma visita às obras da segunda fase do complexo.

A primeira fase, concluída desde 2017 e que serve um universo de 700 atletas, distribuídos pelos diferentes escalões de formação de futebol, “custou 11 milhões de euros”, afirmou o líder ‘arsenalista’.
A segunda fase custará 22,5 ME: 17 ME que contemplam a construção do pavilhão multiúsos e outras valências, mais 5,5 ME do Estádio Centenário, onde jogará a equipa B, e que ainda está em processo de licenciamento na Câmara Municipal de Braga.
Ou seja, no total, o custo da cidade desportiva do Sporting de Braga atingirá 33,5 ME.

A reconversão do esqueleto em betão armado da inacabada piscina olímpica, contíguo ao Estádio Municipal de Braga, vai permitir ao clube albergar um pavilhão multiúsos, com capacidade para 1.030 espetadores, um museu, uma área residencial com 50 quartos (total de 130 camas), uma loja do clube, uma área administrativa, escritórios da SAD, áreas socais e de lazer, um refeitório, um restaurante, um ginásio, um parque de estacionamento para 250 lugares, entre outras valências.

“Este é um projeto emblemático e de regeneração urbana de uma estrutura que é um cancro numa zona tão importante da cidade e que vai permitir que toda esta zona se regenere de forma completa e integrada”, afirmou o arquiteto responsável pelo projeto, Pedro Guimarães.
Segundo o arquiteto, é “um grande desafio para a arquitetura conseguir transformar uma piscina, que tem as especificidades de uma piscina, num pavilhão multiúsos, uma área residencial, escritórios e outras zonas desportivas”.

A segunda fase da cidade desportiva será composta por cinco grandes blocos: uma área administrativa voltada para a Avenida do Estádio, o pavilhão multiúsos, a área de apoio às equipas A e B do futebol profissional no topo sul, uma área residencial e social nos três pisos superiores e, no piso – 1, um museu e um parque de estacionamento.
No prolongamento do edifício, foi previsto um campo relvado adicional para treino intensivo e aquecimento, servindo como complemento ao ginásio.
António Salvador tem a intenção de ter toda a segunda fase terminada até ao fim de 2021.
“É um projeto e uma obra que vai orgulhar os nossos sócios e será uma referência para a cidade e para o país”, assegurou.

O presidente da autarquia, Ricardo Rio, frisou a contribuição da câmara municipal (doação de terrenos para a primeira fase e concessão por 75 anos na segunda) “para que, ao fim de 100 anos, o Sporting de Braga tenha o seu primeiro património físico próprio”.
“Este era um projeto [da piscina olímpica, iniciado no executivo de Mesquita Machado, do PS] que representa um dos maiores esbanjamentos de dinheiros públicos de que há memória em Braga. Um projeto megalómano, que se previa que ia custar 25 milhões de euros e, já depois de investidos quase nove milhões, foi completamente votado ao abandono. Só o Sporting de Braga se disponibilizou para assumir este encargo e é o clube que assume em pleno, ao cêntimo, toda a despesa de investimento na cidade desportiva”, garantiu o social-democrata e atualmente Presidente da Câmara de Braga, Ricardo Río.

Fotos : SC Braga