Las encuestas en plena crisis dicen que hay António Costa -creciendo- para rato...

Jornal de Notícias y TSF publicaron en las últimas horas un sondeo exclusivo, que se une a otro habido horas antes correspondiente a otros medios... la unanimidad se hace presente. El premier António Costa sube en respaldo popular; lo mismo sucede con el Presidente de la República, Marcelo Rebelo de Sousa que sigue inalcanzable...
La crisis del coronavirus no afecta a ambos antes citados. Por el contrario, en el caso del líder de la Oposición, Rui Río, este sigue diluyéndose...

Em relaçâo ao António Costa : são agora 74% os que apoiam a sua forma de governar, segundo o barómetro da Pitagórica para o JN e a TSF. Primeiro-ministro também diminui o fosso para Marcelo Rebelo de Sousa no "campeonato" da confiança, explica o Jornal de Notícias.
A forma como António Costa está a gerir a crise provocada pela pandemia acrescenta-lhe uma vaga de popularidade sem precedentes no barómetro da Pitagórica para o JN e a TSF. A taxa de aprovação do Governo chega agora aos 74% (mais 14 pontos percentuais do que há um mês, mais 24 do que há um ano). Mas o primeiro-ministro também ganha pontos no "confronto" com o presidente da República: Marcelo mantém um avanço de 25 pontos no que diz respeito a confiança, mas a diferença chegou a ser de 52 pontos em julho passado.

A recolha dos inquéritos foi feita entre 15 e 26 de abril, ou seja, em pleno estado de emergência e quando se sucediam os sinais de desagregação económica e social (fecho de empresas, despedimentos, recurso massivo ao lay-off). Nada que afete a imagem de António Costa e do seu Governo: três em cada quatro portugueses aprovam a sua forma de governar. Ao contrário, apenas 19% desaprova (menos 13 pontos do que em março).

E se no caso dos eleitores socialistas pode até falar-se em entusiasmo (93%), mesmo entre os eleitores do PSD a taxa de aprovação chega aos 59%. O apoio atravessa todas as faixas etárias (e em particular os que têm 35/44 anos), escalões de rendimento (mas sobretudo os dois do meio) e regiões do país, embora o Norte seja mais exigente (aqui, 24% são claros no descontentamento).

Mais positivas que negativas
Outra forma de testemunhar a boa imagem do primeiro-ministro resulta da avaliação ao Governo: são agora 48% os que lhe dão nota positiva (mais 15 pontos do que em março), enquanto as notas negativas descem de 18% para 11% (em abril). Uma fatia bastante significativa da amostra opta pelo "razoável" (41%). Entre os mais entusiastas estão de novo os da faixa etária 35/44 anos (56%), os que vivem em Lisboa (53%) e os que votaram no PS (71%).
Quando se coloca, em distintos pratos da balança, a confiança em Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa, o presidente ainda tem uma clara vantagem (38% contra 13%). Mas a verdade é que o fosso estreitou de forma radical (está agora nos 25 pontos), à custa dos que, incapazes de fazer uma opção clara, preferem dizer que ambos merecem "igual confiança" (45%). Nota que talvez ajude a temperar euforias: mesmo entre os que votaram no PS, há mais gente a optar por Marcelo (20%) do que por Costa (18%).

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