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Música. De lleno en lleno, el "Diogo Bernardes" sigue esparciendo semana a semana su magia

Lleno hasta los topes, incluso en los tres antiteatros. Otra vez, el palco mágico del Teatro Diogo Bernardes, con excelente decorado y un ju...

Lleno hasta los topes, incluso en los tres antiteatros. Otra vez, el palco mágico del Teatro Diogo Bernardes, con excelente decorado y un juego de luces formidable (algo ya, esto último, tan frecuente en Ponte de Lima, que podría no ser noticia; pero lo es, porque denota un gran nivel).

Con el cartel de "lotaçâo esgotada" puesto desde muchas horas antes del concierto, el legendario teatro de Ponte de Lima acogió este viernes la expectación tremenda alrededor de Antonio Zambujo, como "convidado" del joven músico y compositor Janeiro, el mismo que hace 6 años dejó Coimbra para estudiar música, acabar poniendo unos videos en Youtube y, ahora, estar embarcado en una gira -en unión de "su" invitado turno- por medio Portugal.
La función "a dos" en escena (nunca mejor dicho, dado el decorado) es la que tocó en suerte este viernes noche en el teatro de Ponte de Lima, donde Zambujo ya había estado pero no actuado, y localidad en donde Janeiro pasaba ferias en casa rural pero tampoco había subido al escenario mágico del "Diogo Bernardes".

Henrique Janeiro, asím, apresentaría na vila mais antiga de Portugal o seu "Janeiro Sessions Live Tour" com convidado António Zambujo.
O conceito é simples: receber os amigos na sala de estar, para uma noite de música e conversa descontraída. É isso que Janeiro pretende -por Portugal adiante- com este espetáculo, transformar os teatros na sua sala de estar. Os amigos, esses, estarão em palco e no público e as histórias serão com certeza muitas.
Foi assim muito agradável o espectáculo musical com o que fomos presenteados nesta sexta-feira noite, no tempo revolto do coronavirus.
No "Diogo Bernardes", António Zambujo foi sentar-se no sofá com Janeiro e trazer-nos alguns dos seus temas, inesquecíveis cancôes de outros, e histórias para partilhar com todos os muitos que se juntaram a eles nesta noite que acabou por ser especial.

Agora, Janeiro prosegue por Portugal adiante, com o seu "Janeiro Sessions Live Tour".  29 de Fevereiro no Cine-Teatro Garrett (Póvoa de Varzim) com Ana Bacalhau. 26 de Março na Casa da Música (Porto), com Miguel Araújo. 9 de Abril no Tivoli (Lisboa), com Tiago Nacarato. E o que depois venha...

Y el palco màgico del "Diogo Bernardes" también prosigue su camino de éxito en éxito. No nos cansaremos de repetir elogios acerca de la gran labor cultural que la Câmara Municipal de Ponte de Lima -ejemplo entre los ejemplos en todo Portugal- allí realiza. Hoy, sábado, noche... un gran concierto de la Banda de Música de Ponte de Lima, allí nos aguarda (junto al Orfeón Limiano, el Coro das 8 y aún una soprano y un tenor...), y con seguridad que será, también, espectáculo de casa cheia...

La semana que entra llegan dos espectáculos musicales de alto nivel. Tomen buena nota :
A 6 de Março, no Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, Bossarenova Trio, composto por Paula Morelenbaum, a grande voz da Bossa Nova do Brasil, que integrou a Banda Nova de Tom Jobim, com quem trabalhou durante dez anos e dois músicos excepcionais Alemães – o conceituado pianista Ralf Schmid e Joo Kraus, um dos melhores trompetistas europeus na actualidade –, apresentam Atlântico.
A 7 de Março, às 22h00, no Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, o pianista Júlio Resende apresenta o seu mais recente trabalho Cinderella Cyborg.
Cinderella Cyborg é o nome do novo disco de Júlio Resende. É também uma aventura pelo lado cyborguiano da Música. Tenta estabelecer um diálogo possível entre o humano e o inumano, entre a carne e os chips, entre o acústico do piano e do contrabaixo e o electrónico do computador e dos Pads. Entre a sua liberdade enquanto pianista e a rigidez da linguagem dos computadores. Entre a extrema imperfeição do humano e a perfeição impossível da máquina. Também na música é difícil a reunião com a máquina, por exemplo, em relação ao tempo das músicas, a máquina nunca vacila, a máquina não gosta de esperar, mas o humano é sempre flexível. Júlio Resende gosta dessa dificuldade. De a superar e disso fazer música. Se não superarmos as dificuldades não encontramos paz. A paz está sempre na superação e não no conflito.
"Cinderella Cyborg" é uma história de amor entre o Homem e a Máquina, uma interacção entre o que é humano e o que não o é. Júlio Resende mistura neste disco os sons acústicos do piano, do contrabaixo e da bateria, com sons maquinais produzidos pela componente eletrónica.

Henrique Janeiro, anoche, en el inicio de su espectáculo

Gran expectación ante la actuación, el próximo viernes, de este trío de nivel mundial



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