7 nov. 2018

Nueva línea del metro de Porto supondrá 30 meses más de obras sobre lo inicialmente previsto

30 meses más de obras, pero no hay mal que por bien no venga, recuerda hoy el Jornal de Notícias, de Porto, sobre las obras de construcción de una nueva línea del metro, que una la estación de Sâo Bento con la Casa da Música, en la zona de Boavista. La red del transporte público moderno que Porto tiene avanza, pese a ciertas dificultades en el pasado reciente. JN lo cuenta en destaque en su edición de este miércoles.
Jornal de Notícias (Porto)
"Perdoar o mal que faz, pelo bem que sabe". O lema parece aplicar-se que nem uma luva à ampliação do metro do Porto, de acordo com o Estudo de Impacte Ambiental. O estudo foca-se na construção da circular entre a Estação de S. Bento e a Casa da Música. Elaborado pela empresa ARQPAIS e em discussão pública até 14 de dezembro, o documento alerta para os enormes contratempos que as obras irão criar àquela área da cidade. Porém defende que, no final e em pleno funcionamento, os impactes "são positivos e significativos". "Os impactes [negativos] mais significativos ocorrem na fase de construção, nas áreas de construção das estações que implicarão a interdição de áreas significativas", refere a equipa técnica, que alerta para os vários problemas com os quais a população residente, mas também a que por ali irá passar, se deve preparar. Da "degradação do ambiente visual, à perturbação com ruído, à produção de poeiras, à intensidade e perturbação do tráfego rodoviário, à fruição dos espaços públicos, como são a Praça da Liberdade e envolvente, o Jardim do Carregal, a Praça da Galiza e envolvente, e a Avenida de França", são cenários a ter em conta desde já, lê-se no parecer de 586 páginas e anexos. O desconforto com a obra pode aumentar dependendo do tipo de traçado que vier a ser escolhido, dos dois que foram analisados. Se a escolha cair na opção 1 - defendida como a que tem mais vantagens para a exploração - as desvantagens prendem-se com o facto de o traçado passar muito perto, e "a cerca de 20 metros de profundidade", da "Igreja dos Clérigos e sob a Praça de Lisboa e edifício da Reitoria da Universidade do Porto". A que se junta os poços de ventilação, um deles na Parada Leitão. Mas, ultrapassada a construção dos três quilómetros de linha, parte deles em túnel e com quatro estações, os impactes positivos são extremamente positivos, onde se inclui "a consolidação dos espaços urbanos na área de influência das estações", além da "requalificação e revivificação socioeconómica da Baixa".
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