21 mar. 2018

Graves denuncias se derivan de la investigación en marcha sobre los incendios de 2017 en Portugal que provocaron 114 muertos y 250 heridos

21-3-18. Preocupante información la que hoy publica con especial destaque el Jornal de Notícias, de Porto, denunciando lo que se recoge en informes de investigaciones llevadas a cabo sobre los tremendos incendios habidos en Portugal el pasado 2017. Esto que sigue es parte de lo que recoge el prestigioso diario portugués.

Negligência da EDP pode ter provocado um dos maiores fogos de 2017

In Jornal de Noticias
O fogo da Lousã em outubro de 2017, um dos maiores do ano, teve causa negligente e a origem pode resultar do não cumprimento pela EDP do regulamento de segurança.
Segundo um documento que surge no relatório da Comissão Técnica Independente, entregue terça-feira no Parlamento e que tem como fonte o Sistema de Gestão de Informação de Incêndios Florestais do Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), a causa do fogo que começou a 15 de outubro na Lousã e se espalhou a nove concelhos é negligente e tem como ponto de origem as linhas elétricas.
"A ignição com origem nas linhas elétricas, neste caso particular em que terá sido provocada por queda de árvore sobre uma linha de média tensão, pode resultar do não cumprimento do regulamento de segurança das linhas elétricas pela entidade gestora, a EDP", refere o relatório da Comissão Técnica Independente entregue na terça-feira no parlamento.

Comissão revela abandono dramático das pessoas nos incêndios de outubro
Os técnicos da comissão dizem que em causa está "a distância mínima de segurança dos condutores [linhas elétricas] às árvores", que não deverá ter sido cumprida.
"Trata-se, neste caso, de situações devidamente regulamentadas e cujo cumprimento pode só por si evitar situações deste tipo e todas as suas consequências", acrescentam.

Fogo de Pedrógão começou com contacto entre vegetação e linha da EDP
Esta é a segunda vez que a EDP é apontada nos relatórios de análise dos incêndios, sendo que no primeiro caso foi no documento elaborado pelo especialista Xavier Viegas para analisar os incêndios de junho, especificamente o de Pedrógão Grande.
Na altura, o relatório do Centro de Estudos sobre Incêndios Florestais concluiu que o fogo de Pedrógão Grande foi causado por "contactos entre a vegetação e uma linha elétrica de média tensão" da EDP, que "não se encontrava devidamente cuidada".
"O incêndio mais grave resultou das ignições de Escalos Fundeiros e de Regadas, que, em nosso parecer, terão sido causados por contactos entre a vegetação e uma linha elétrica de média tensão. Esta situação configura, em nossa opinião, uma deficiente gestão de combustíveis na faixa de proteção da linha, por parte da entidade gestora", refere.

Reforço de meios para outubro não obteve "plena autorização superior"
O documento sustenta que "com a diferença de cerca de uma hora e meia, esta linha terá produzido descargas e causado as ignições que deram origem aos dois incêndios". Sublinha ainda que "as faixas de proteção da rede elétrica de média tensão gerida pela EDP não se encontram devidamente cuidadas".
Na altura, a EDP refutou as acusações, dizendo que a linha elétrica estava com a proteção "bem constituída" e o presidente do concelho de administração da empresa mostrou-se surpreendido com os resultados do relatório da equipa de Xavier Viegas.

Mais de metade das causas foram intencionais ou negligentes
Segundo o documento da Comissão Técnica Independente, "em termos de grandes grupos de causas (...) 40% tiveram origem em reacendimentos, 40% em causas intencionais e 20% em negligentes".
Os elementos da comissão técnica admitem que as causas intencionais "são as que apresentam maior dificuldade na compreensão e na antecipação, por não ser conhecido o seu móbil, exceto posteriormente, se capturado e obtida confissão dos autores".
Quanto às causas negligentes, "são já bastante mais previsíveis e podem permitir a atuação por antecipação", refere o relatório.
Os incêndios do ano passado provocaram mais de 114 mortos e mais de 250 feridos.

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